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7 insetos que farão parte da nossa dieta no futuro


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7 insetos que farão parte da nossa dieta no futuro
Com a população humana a não parar de crescer e a aumentar até cerca de oito bilhões de pessoas, alimentar todas essas bocas será cada vez mais difícil com o passar do tempo.

Um número crescente de especialistas afirma que as pessoas no futuro não terão escolha a não ser inserir os insetos na sua dieta.


No início deste ano, a Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO) divulgou um relatório intitulado “Os insetos comestíveis: Perspectivas futuras para a alimentação humana e animal de Segurança”.

O documento descreve os benefícios derivados de uma dieta suplementada por insetos. Tendo por base os argumentos da FAO, este artigo apresenta uma lista de insetos comestíveis que em breve farão parte da dieta normal humana.

7. Lagartas Mopane


Comuns em toda parte sul da África, movimentam uma indústria de milhões de dólares na região, onde as mulheres e crianças geralmente realizam o trabalho de coletar os insetos. Estas lagartas são tradicionalmente cozidas em água e sal e, em seguida, secas ao sol.

Após secos, os insetos podem durar vários meses sem refrigeração, tornando-os uma importante fonte de nutrição facilmente disponível. Estes insetos podem ser mais nutritivos do que um pedaço de carne bovina, em alguns aspectos.

As lagartas mopane carregam 31mg de ferro em 100 gramas e também são uma boa fonte de potássio, sódio, cálcio, fósforo, magnésio, zinco, manganês e cobre, de acordo com a Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (FAO).

6. Cupins (térmitas)


Quer se livrar dos cupins que roem a madeira da sua casa? Basta fazer como fazem em alguns lugares da América do Sul e da África: Aproveite a rica qualidade nutricional desses insetos fritando-os ou cozinhando-os em folhas de bananeira.

Os cupins possuem, em média, 38% de proteína. E uma espécie venezuelana, Syntermes aculeosus, possui uns impressionantes 64% de proteína. Os cupins são também ricos em ferro, cálcio e aminoácidos.

5. Larvas Witchetty


Entre os povos aborígenes da Austrália, as larvas witchetty são um alimento básico. Quando comidos crus, possuem gosto de amêndoas; quando cozidas levemente em brasa, a pele desenvolve a textura saborosa de frango assado.

Este inseto está repleto de ácido oleico, ácido graxo essencial no nosso metabolismo, que desempenha um papel importante na síntese de hormonas.

4. Chapulines


São um tipo de gafanhotos do género Sphenarium, e são amplamente consumidos em todo o sul do México. Muitas vezes são servidos assados (o que os deixa crocantes) e aromatizados com alho, suco de limão e sal.

Também podem ser servidos com guacamole ou pimenta em pó seco. Os gafanhotos são conhecidos como ricas fontes de proteína. Pesquisadores observaram que a coleta de gafanhotos Sphenarium é uma alternativa atraente à pulverização de pesticidas nos campos de alfafa e outras culturas.

3. Besouros africanos


Uma iguaria entre muitas tribos africanas, o besouro Rhychophorus phoenicis é recolhido do lado de fora dos troncos das palmeiras. Medindo cerca de 10 cm de comprimento e 5 cm de largura, os besouros são facilmente fritos com os sues corpos cheios de gorduras, embora também possam ser ingeridos crus.

Um relatório de 2011 da Revista de Enthomology descobriu que o besouro em questão é uma excelente fonte de vários nutrientes como potássio, zinco, ferro e fósforo, bem como diversos aminoácidos e ácidos graxos.

2. Percevejos


O seu nome certamente não incentiva o seu consumo, no entanto, os percevejos são consumidos em toda a Ásia, África e algumas partes da América do Sul. Os insetos são uma rica fonte de nutrientes importantes, incluindo proteínas, ferro, potássio e fósforo.

Pelo fato de liberarem mau cheiro, estes insetos normalmente não são consumidos crus, a menos que a sua cabeça seja removida antes, o que descarta as suas secreções produtoras do desagradável odor. Caso contrário, são torrados ou embebidos em água e secas ao sol.

1. Bicho-da-farinha


As larvas do besouro Tenebrio molitor são um dos poucos insetos consumidos no mundo ocidental: São criados na Holanda para consumo humano (bem como para a alimentação de outros animais), em parte porque crescem em clima temperado.

O valor nutricional destes insetos é difícil de ser batido. Eles são ricos em cobre, sódio, potássio, ferro, zinco e selénio. Os Bichos-da-farinha também são comparáveis à carne em termos de teor de proteína, mas têm um número maior de gorduras poli-insaturadas. [Livescience]

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