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15 coisas que a ciência descobriu sobre a cerveja


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23 coisas que a ciência descobriu sobre a cerveja
Não é apenas nos bares que a cerveja coleciona grandes apreciadores.

Também no mundo da ciência, a bebida motiva interesse, tendo sido objeto de diversos estudos.

Em seguida mostramos-lhe alguns desses estudos científicos.

Desde seus efeitos na saúde à possibilidade de fabricação no espaço, muita coisa já foi descoberta devido à curiosidade cientifica.

Barriguinha


Um pesquisa feita por nutricionistas da Universidade de Gotemburgo descobriu que a cerveja não aumenta a barriga. Durante quatro anos, os pesquisadores monitoraram o peso, a quantidade de cerveja bebida diariamente e as medidas de quadril e cintura de cerca de 20 mil pessoas.

No fim, os cientistas constataram que o consumo da cerveja gerou um aumento da gordura corporal total, mas não necessariamente e específico à região da cintura.

Moderação


O consumo moderado foi medido pela Organização Mundial da Saúde, que recomenda que as mulheres não bebam mais que uma lata de cerveja por dia e que homens se limitem a duas. Ir além disso já representa risco para o corpo humano.

Espaço

Astronautas da Estação Espacial Internacional conseguiram produzir cerveja no espaço. Os testes tinham um finalidade nobre, já que a combinação de água e álcool presente na bebida mata bactérias e pode ser uma importante alternativa de hidratação para futuras colónias espaciais.

Gripe


O lúpulo, um dos ingredientes da cerveja, contém humulona. Esse composto protege o organismo da ação de um dos causadores da gripe, o vírus respiratório sincicial. A descoberta é de cientistas da Universidade Médica de Sapporo.

Plástico


Pesquisadoras alemãs analisaram 24 amostras de diferentes marcas de cerveja do mesmo país e verificaram que todas as amostras analisadas continham vestígios de plástico.

Genoma


Beber cerveja pode alterar o seu DNA, afirmam cientistas da universidade de Tel Aviv. Em testes realizados com material genético de uma levedura, eles verificaram que a exposição a soluções com concentração de etanol entre 5% e 7% é capaz de alongar os telómeros - estruturas localizadas nas extremidades de cada cromossoma.

Raciocínio


Segundo cientistas da universidade de Illinois, a cerveja torna o raciocínio mais preciso e mais rápido. A constatação surgiu após um experimento com 40 homens. Metade deles bebeu duas tulipas de cerveja e a outra metade não.

Em seguida, ambos os grupos participaram num jogo em que cada participante recebia três palavras e deveria pensar numa quarta associada. No fim, os que beberam tiveram 40% mais sucesso e, em média, fizeram as associações em menos 2,5 segundos do que os outros.

Mulheres


Os danos causados ao fígado pelo consumo em excesso de cerveja e outras bebidas alcóolicas em mulheres são duas vezes maiores do que os efeitos nos homens, afirmam hepatologistas do Hospital Metodista de Houston.

Para os cientistas, o fato de as mulheres terem, como regra geral, uma altura menor e, consequentemente, menos água armazenada no corpo do que os homens poderá estar a potenciar os efeitos da bebida.

Satisfação


Cerca de 50 homens foram submetidos a uma experiência realizada por neurologistas da universidade de Indiana, onde os participantes deveriam escolher entre beber a sua cerveja favorita ou uma bebida isotónica. A bebida escolhida era oferecida em pequenas porções pelos cientistas.

No estudo, constatou-se que a libertação de dopamina (hormona ligada à satisfação) era maior quando as pessoas bebiam cerveja do que quando consumiam a outra bebida (mesmo que dissessem preferir o isotónico).

Coração


Um copo de cerveja de vez em quando pode ser uma boa ajuda para o coração, afirmam cientistas da Universidade de Boston. Para eles, a ingestão diária de 43 gramas da bebida reduz em 42% as chances de uma pessoa desenvolver problemas cardiovasculares.

Infartados


Pessoas que sofreram um ataque cardíaco e bebem cerveja moderadamente têm menos chances de voltar a sofrer outro ataque. Num estudo da Faculdade de Saúde Pública de Harvard, 1.818 indivíduos com infarte foram acompanhados durante 20 anos.

No fim desse período, aqueles que ingeriam até duas latas e meia de cerveja por dia tinham menos chances de morrer por problemas cardiovasculares do que os abstémios e aqueles que ingeriam mais do que isso por dia.

Ressaca


Sabia que existe uma cerveja que evita a ressaca? A bebida foi criada por médicos do Instituto de Saúde Griffith, na Austrália. Por trás da ausência de efeitos colaterais dessa cerveja, estão os eletrólitos incluídos na receita da bebida, que mantêm o corpo hidratado.

Hidratação


Após fazer exercício, beber cerveja moderadamente pode ser tão eficaz quanto beber água para a hidratação, afirmam pesquisadores da universidade de Granada. De igual forma, não parece haver efeitos negativos que possa ser atribuídos à ingestão moderada de cerveja nessa situação.

Cancro

O uso de cerveja na preparação de carnes marinadas reduz a chance desses alimentos causarem futuramente cancro, afirmam cientistas da universidade do Porto, em Portugal. Usar a bebida na carne a ser assada reduz os nível de hidrocarbonetos aromáticos policíclicos presentes nesses alimentos.

Banho

Na Áustria, a cervejaria Starkenberger conta com sete piscinas aquecidas preenchidas com 12 mil litros de água e 300 litros de cerveja cada. O banho de cerveja tem propriedades curativas, como a cicatrização de feridas e a melhora da circulação sanguínea. [Exame]

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